Publicado por: Weskley Cotrim | 13/12/2008

Isso é coisa de “Arrebatado”

Algum tempo atrás conheci (passei a ouvir), um grupo musical bem interessante. Trata-se do trio conhecido pela alcunha de “Os Arrebatados“. Composto pelo locutor Malta Jr., Dedé e Lili. Na verdade Dedé e Lili são personagens criados para tratar de assuntos sérios do evangelho, mas de forma bastante descontraída.

Segundo informações do site do grupo, Dedé é um crente pentecostal, cheio do Espírito Santo, que tem temor a Deus e prima pelo testemunho de um servo de Deus. Lili é uma jovem que fica em cima do muro, e não tem entendimento de uma vida de santidade. 

Até onde sei, o grupo surgiu como um programa de rádio, transmitido todos os sábados pela 93 FM. Mas o sucesso tem sido tão grande que eles lançaram cd’s com remixagem de músicas conhecidas, dando ao grupo uma característica mais festiva ainda. O grupo já está no quarto cd, sendo que já arriscam algumas composições próprias.

Voltando ao início, porque acho tão interessante esse grupo? Porque trabalham com uma proposta inovadora de evangelismo para jovens. Os mais conservadores podem argumentar que o jovem que realmente quer levar Deus a sério não precisa de “iscas” e “chamarizes”. Não concordo com esse argumento, pois devemos nos lembrar que jovens, assim como crianças e adultos, gostam de diversão. E a Bíblia não proíbe diversão.

As igrejas por onde passei nos últimos anos sofriam de um problema muito grave, principalmente com os jovens e adolescentes. A falta de atividades lúdicas eram sempre deixadas em segundo plano, ou mesmo nunca eram contempladas. Resultado, os jovens e adolescentes procuravam outras formas de diversão fora do âmbito da igreja. O que eles encontram é o mesmo que é oferecido à juventude no mundo. Diversão longe da vontade de Deus.

Então me pergunto, porque não juntar as duas coisas, diversão e cristianismo? E essa é a proposta d’Os Arrebatados. 

E você, caro leitor, concorda que deve existir opções de diversão cristã para os jovens na igreja?

Finalizando, lembro-me de uma pregação que ouvi de um pastor na Primeira Igreja Batista de Ubá, MG. Não me lembro o nome do pastor agora, mas ele dizia que se a igreja não apoiar e orientar o impeto criativo e dinâmico dos jovens, eles vão buscar outros lugares para dar vazão a toda essa energia. E infelizmente, se não for na igreja, será no mundo, e sem a menor orientação. É muito melhor, acolher e orientar as idéias, as vezes malucas, dos jovens, que deixá-los a própria sorte, buscando onde possam se expressar.

Que Deus abençoe a todos os arrebatados.


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