Um dos momentos mais celebrados e alegres durante os cultos, sem dúvida, é o momento de confraternização. É o momento durante o culto em que podemos cumprimentar nossos irmãos, abraçar os amigos, falar com visitantes. Enfim, é o momento mais descontraído do culto. É quando toda a solenidade do culto da lugar à informalidade do abraço, do aperto de mão. É o momento em que temos a oportunidade de dizer à aquele irmão que não vemos todos os dias o quanto ele é importante e querido para nós.
Geralmente esse momento alegre e descontraído acontece durante o momento de canticos de louvor. É uma verdadeira festa. Normalmente somos instigados pelo dirigente do louvor a cumprimentar nossos irmãos e visitantes. Considero esse um dos momentos mais alegres e que mais nos aproxima como irmãos.
Entretanto, tenho notado nos últimos tempos que as pessoas estão mais preocupadas em cumprimentar o maior número de pessoas, sem se preocuparem com a qualidade desse cumprimento. Falo isso porque tenho observado, nas igrejas por onde passei nos últimos oito anos, que as pessoas já não se olham nos olhos no momento do cumprimento. Tem sido um simples aperto de mãos. Geralmente tímido e já com o rosto voltado para o lado a procura de outros para cumprimentar. Já não perguntamos mais como o irmão está se sentindo, como foi seu dia, sua semana, se está precisando de alguma coisa. Estamos mais preocupados em cumprimentar o máximo de pessoas. Estamos preocupados em cumprimentar a todos. Como se isso fosse uma gincana em que ganha quem cumprimentar o maior número de pessoas.
Será que não é hora de pararmos e pensarmos na qualidade desse momento? Será que não é mais importante que cumprimentemos duas ou três pessoas ao invés de uma mulidão? Será que não é hora de gastarmos mais tempo com um abraço? Será que não é hora de pararmos para ouvir a resposta quando perguntarmos ao outro como ele/ ela está?
Penso que esse é o momento de pensarmos na qualidade das nossas relações. Não nos preocupemos com a quantidade. Vamos mostrar que realmente nos interessamos pelo irmão/visitante. Quando perguntarmos como o outro está, vamos dar tempo para que ele responda. E vamos nos interessar também pela resposta. Vamos olhar nos olhos.
Assim estaremos andando de acordo com as instruções do nosso Senhor:
“Um novo mandamento vos dou: Que vos ameis uns aos outros; como eu vos amei a vós, que também vós uns aos outros vos ameis.”
João 13. 34
Que Deus abençoe a todos.
Primeiro fiquei assustado. Como alguém poderia escrever um texto tão ridículo e se autointitular pastor?
O que todos temíamos aconteceu. A Influenza A (vulgarmente conhecida como gripe suína) desembarcou no Brasil. Isso mesmo que você leu, “desembarcou”. Desembarcou, porque todos os casos de contágio aconteceram no exterior.
Segundo os especialistas, o índice de reincidência entre aqueles que tentaram o suicídio é muito alto, motivo pelo qual foram alvo do estudo. No estudo em questão, os pacientes foram divididos em dois grupos. O primeiro grupo recebeu o tratamento convencional e foram para casa. O segundo grupo, além do tratamento convencional, passou a receber ligações de especialistas em saúde mental. Durante essas ligações, além de aconselhamento, os pacientes também tinha a oportunidade de falar de suas dores psíquicas.
